And as your life goes on
You deal with what comes along
Some friends they come and stay
Some leave and go their way
Oh maybe it’s time
To let it go
Oh maybe it’s time
For taking it slow
And as your life goes on
You deal with what comes along
Some friends they come and stay
Some leave and go their way
Oh maybe it’s time
To let it go
Oh maybe it’s time
For taking it slow
Arquivado em Música
Estava lendo o livro Il Faut Sauver la Communication de Dominique Wolton pro seminário que vou apresentar na quinta-feira, quando me deparei com um parágrafo completamente Projeto Redigir. Isso é o “português para cidadania” em que queremos fazer.
“De fait, un individu libre, urbain, qui se déplace, s’exprime, voyage, compare, se connecte, communique, n’est plus tout à fait aussi malléable, ni prévisible (…). L’individu qui a appris à mieux se connaître et à s’exprimer est aussi plus critique et prompt à remettre en cause les schémas traditionnels quel qu’ils soient“.
(WOLTON, Dominique. Il Faut Sauver la Communication, p. 30, Éditions Flammarion, Paris, 2005)
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Voltar pra quê?
Foi tão difícil deixar tudo e vir pra cá, mas agora amo tanto minha vida aqui. Algumas crises de saudade, é verdade, mas sempre feliz. Lembro da euforia das primeiras semanas:
Comida boa no bandejão
- Eu sou muito feliz aqui, Lu!
2 horas da tarde, calor e pastis
- Lu, eu sou muito feliz aqui!
Solzinho entrando pelas ruas lindas e delicadas, conhecendo pessoas maravilhosas e incríveis, falando francês e recebendo um elogio, respirando história, me acostumando com o ritmo da cidadezinha e me sentindo parte dela, dia no parque…
- EU SOU MUITO FELIZ AQUI!!!!!
É, tipo comercial do Mc Donalds, bem brega mesmo.
Também lembro de quando eu dizia: “isso aqui não é minha vida, sabe?”, mas aí caiu a ficha.
Ah, se eu não tivesse um ótimo motivo pra voltar!
Não precisa morrer pra ver Deus
Não precisa sofrer pra saber o que é melhor pra você
Arquivado em Comportamento
Arquivado em Fofura, Fun Fun Fun
Je me sens comme une petite fourmi perdue dans l’univers intergalactique.
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AUSÊNCIA
Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.
Carlos Drummond de Andrade
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